Sapos?

Coisas que não se encaixam, pessoas perdidas dentro de si mesmas. Ao ver alguém “diferente” a primeira coisa que passa pelas nossas cabeças é que essa pessoa se sente fora do lugar, excluída, mas talvez ela esteja apenas sendo ela mesma. Muitas vezes tentamos nos mudar para tentarmos encaixar em algum grupo. Mas por mais que nos convençam de que aquele é a gente, no fundo sentimos apenas um vazio, uma solidão por não pertencer a aquele lugar. Junto com sapos nos acostumamos a viver como sapos, fazemos coisas de sapos e o que eles querem que façamos. Mas no fim das contas, o cisne que somos está esquecido dentro de nós e o que mais ansiamos é encontrar outros como nós, outros cisnes que nos ajudarão a chegar ao nosso lugar. As vezes queremos que alguém simplesmente diga aonde devemos ficar, qual o nosso propósito.

 

Atrás de tudo o que nos foi ensinado, da forma como fomos moldados pelo feitiço está o príncipe ou a princesa, o cisne que foi esquecido, que foi perdido. Precisamos do beijo do amor para quebrar o feitiço, precisamos dessa confiança que podemos ter de nós, para achar o que estava perdido lá no fundo, para acordar o cisne que nunca se encaixou, a princesa enfeitiçada. 

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